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quinta-feira, 21 de agosto de 2008

10 VERDADES SOBRE A HOMOSSEXUALIDADE

10 VERDADES SOBRE A HOMOSSEXUALIDADE
  1. Ser homossexual não é crime. Nenhuma lei no Brasil condena a prática da homossexualidade. Crime é discriminar os gays, lésbicas e travestis. É legal ser homossexual!
  2. Homossexualidade não é doença. Todas as Ciências garantem: é normal ser homossexual. Querer "curar" o homossexual é ignorância.
  3. Homossexualidade não é pecado. Os gays e lésbica s também se amam e foram criados por Deus. Jesus nunca condenou os homossexuais.
  4. A homossexualidade sempre existiu. O amor homossexual é tão antigo quanto a própria humanidade - e nunca vai acabar.
  5. Todos os povos praticam o homo erotismo. Em muitas tribos indígenas e africanas os sacerdotes e as próprias divindades são homossexuais.
  6. A homossexualidade é natural. Inúmeras espécies animais praticam a homossexualidade. Os gays não ameaçam a extinção da espécie humana.
  7. A causa da homossexualidade é um mistério. Nada distingue o físico e a mente do gay dos demais cidadãos. Todos somos seres humanos.
  8. A Constituição Federal proíbe qualquer forma de discriminação. O preconceito contra lésbicas, gays e travestis é um tipo de racismo. Denuncie a discriminação homofóbica.
  9. Aids não é doença de gay. A Aids se transmite através do sangue, esperma e secreção vaginal. Só pratique sexo sem risco: camisinha sempre!
  10. Conheça algumas celebridades que praticaram o homoerotismo ou foram travestis: Platão, Safo, Santo Agostinho, Leonardo da Vinci, Santa Joana Darc, Shakespeare, Miguel Ângelo, Mazaropi, Mário de Andrade, Santos Dumont, Imperatriz Leopoldina, Maria Quitéria, Gilberto Freyre, Martina Navratilova, Marina Lima, Elton John, Renato Russo, Angela Rorô, etc, etc.

    Por Luiz Mott - Grupo Gay Bahia

terça-feira, 25 de março de 2008

Plano inédito estabelece metas para combater a aids entre gays, HSH e travestis

Pela primeira vez, o Ministério da Saúde lançou um plano de ações para conter a incidência da aids e de outras doenças sexualmente transmissíveis entre gays, homens que fazem sexo com homens (HSH) e travestis. Durante o lançamento, nesta terça-feira (25), o ministro José Gomes Temporão reforçou a importância da medida. “É fundamental reconhecer a magnitude da aids entre essa população e priorizar ações efetivas nessa área”.

O plano tem oito objetivos para gays e outros HSH e seis para travestis. No documento, são priorizados temas como a redução das vulnerabilidades associadas à orientação sexual, a garantia do acesso à prevenção da aids, a ampliação de informações sobre essa população e a garantia de ações nas três esferas de governo. Estudos de comportamento sexual do Ministério da Saúde indicam que gays e HSH têm 11 vezes mais chances de serem infectados pelo HIV do que homens heterossexuais.

Na ocasião, também foi lançada ação educativa para esse público específico. Serão distribuídos 100 mil cartazes adesivos e 500 mil folhetos com informações sobre DST, aids e o uso correto do preservativo. As peças serão enviadas às Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, que se encarregam de fazer a distribuição local.

O material gráfico enfoca a linguagem e a identidade da população definida como público-alvo. Cartazes e folhetos serão distribuídos em bares, boates, festas e espaços de freqüência gay, além de organizações da sociedade civil que trabalham com o público.

Respeito – Entre os fatores de vulnerabilidade abordados no plano estão o desrespeito aos direitos humanos, à orientação e à identidade sexual; as dinâmicas dos espaços de sociabilidade típicos desse grupo (pontos de pegação, cinemas, saunas, parques e banheiros públicos) e a prevenção entre parceiros. Até o final do ano, serão realizadas oficinas nas cinco regiões do país para discutir e definir agendas locais para implementar o plano, que prevê ações até 2011.

Keila Simpson, representante da Associação Nacional de Travestis (ANTRA) e uma das colaboradoras do Plano, explicou que as travestis precisam de apoio para reduzir o preconceito e a discriminação que as envolve. “Travesti não é homem nem mulher e isso precisa ser respeitado. É muito bom poder discutir abertamente este tema com um governo que nos ouve”. Em janeiro, pela primeira vez, um grupo de travestis foi recebido pelo ministro da Saúde.

O presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transsexuais (ABGLT), Toni Reis, também elogiou o plano e lembrou a realização da I Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transgêneros (GLBT), que será em maio, em Brasília. “O Ministério da Saúde tem se mostrado extremante sensível à nossa causa e isso é um avanço. Estamos saindo do armário. Este é o caminho para atingirmos a cidadania plena”. Toni ainda destacou o incentivo do Ministério às ações de prevenção nas paradas do orgulho GLBT em todo o Brasil.

Epidemiologia – Segundo o Boletim Epidemiológico, houve um crescimento do percentual de casos de aids entre homossexuais e bissexuais de 13 a 24 anos de idade, variando de cerca de 24%, em 1996, para aproximadamente 41%, em 2006. Na faixa etária de 25 a 29 anos, nessa categoria de exposição, a variação foi um pouco menor, mas também indicou crescimento: de 26% (1996) para 37% (2006). Já entre indivíduos de 30 a 39 anos, os índices apontam para uma pequena tendência de queda: de 30%(1996) para 28% (2006).

A Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas Sexuais (PCAP), de 2004, estima que a população gay e HSH brasileira de 15 a 49 anos em 3,2 % da população ou cerca de 1,5 milhão de pessoas. A partir dessa base populacional, a PCAP calculou a taxa de incidência da aids desse segmento em 226,5 casos por grupo de 100 mil habitantes, cerca de onze vezes maior que a taxa da população geral, que é de 19,5 casos por 100 mil.

Histórico – Fruto de uma parceria entre Ministério da Saúde, Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (CONASS), Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS) e organizações da sociedade civil, o plano esteve sob consulta pública em junho de 2007. A versão final foi elaborada a partir das diretrizes estabelecidas no Programa Brasil sem Homofobia, lançado em 2004. O plano está disponível no site www.aids.gov.br, em “Documentos e Publicações”.

Além do ministro, estiveram na cerimônia o secretário de Vigilância em Saúde, Gerson Penna; a diretora do Programa Nacional de DST e Aids, Mariângela Simão; o deputado Chico D’Ângelo, coordenador da Frente Parlamentar de HIV/Aids; e a deputada Cida Diogo, coordenadora da Frente Parlamentar pela Livre Expressão Sexual.

Também estavam presentes os representante do CONASS, Nereu Mansano; do CONASEMS, Marcos da Silveira Franco; de agências da Organização das Nações Unidas; e dos movimentos sociais de DST/aids e de Gays, Lésbicas, Bissexuais Travestis e Transexuais (GLBT).

Mais informações
Programa Nacional de DST e Aids
Assessoria de Imprensa
Telefones: (61) 3448-8088/8100
E-mail: imprensa@aids.gov.br

domingo, 19 de agosto de 2007

Dia do Orgulho Lésbico!

Andar de mão dada com a Ju na rua, pra mim é um ato tão normal. Talvez porque nosso amor seja forte e verdadeiro, que quebre qualquer olhar preconceituoso sobre nós.
Além do sentimento pessoal, essa segurança também só é possível por conta da história...

Nesse domingo, dia 19 de agosto, comemora-se o Dia do Orgulho Lésbico, data que faz alusão ao ano de 1983, quando diversas militantes do Grupo de Ação Lésbica Feminista, apoiadas por gays, invadiram o Ferro’s Bar, em São Paulo, onde havia sido proibida a venda do boletim da organização. As lésbicas protestaram também contra os seguranças e policiais, acusados de as molestarem todas as vezes que iam ao estabelecimento.

Essas "garotas de ferro", fizeram e ainda hoje fazem parte do nosso cotidiano. Elas são responsáveis por Fátimas, Júlias e diversas meninas sentirem-se no direito de ser livres, aonde bem entenderem.

Fonte: http://www.umoutroolhar.com.br



sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Eu também CANSEI!

Eu já havia dito para meus amigos, "Cansei, de ser sexy", talvez pela força da banda que também leva essa expressão no nome. Mas parece que a OAB, tb cansou. Não de ser sexy.... Não só ela mas todos nós brasileiros.

O movimento Cansei é uma crítica aos 999.999.999.999.991 problemas que o Brasil tem.
Nesta sexta-feira, será realizado, um ato em homenagem às vítimas do acidente da TAM.
Denominado "Ato Cívico e Culto Ecumênico Intereligioso", a programação começará ao meio-dia, na praça da Sé, em São Paulo, e às 13h será feito um minuto de silêncio.

Acredito que essa manifestação seja válida, e que esse movimento tem que acontecer também nos períodos eleitorais.

Fonte:
Cansei: www.cansei.com.br
Folha On line: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u320644.shtml